Um futuro Seguro entre Belém e Kyiv?

A eleição de António José Seguro abre a porta para o desejo de que Portugal não se limite a habitar a periferia da Europa, mas que se proponha a desenhá-la com a moderação ambiciosa de quem sabe que o isolamento é o caminho mais curto para a irrelevância

26 de fev de 2026

Dia 8 de fevereiro, o dia em que Portugal escolheu a moderação em vez do extremismo, na eleição de António José Seguro. O candidato moderado e europeísta ganha com o inequívoco apoio de mais de 66% do eleitorado e, assim, ganha a democracia liberal, ao invés do populismo e retóricas falaciosas.

Mas os portugueses procuram mais que moderação e manutenção do status quo. Seguro tem diante de si o desafio de exercer uma magistratura de influência à altura de uma nação que aspira a padrões de vida equiparáveis aos melhores da Europa. Um estudo recente da Pordata revela que Portugal continua “na cauda da Europa” no que respeita ao poder de compra. É com os europeus que nos comparamos, e essa comparação, hoje, é desfavorável.

Por Inês Bravo Figueiredo (co-presidente do partido Volt), que pode ler, na íntegra, na edição online de 26 de fevereiro de 2026 do jornal Expresso.